segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Encontro de Corais - Conservatória - Molho Inglês

Neste último final de semana fui ao Encontro de Corais em Conservatória - RJ (cidade da seresta), acompanhando o coral da ELETROBRAS.  Que por sinal fez bonito! Aplaudidíssimo!  Infelizmente não consegui filmá-lo.


Nesta cidade, que respira e exala música, tive a oportunidade de tomar um delicioso chocolate quente ao som de um outro coral, o MOLHO INGLÊS, cuja regente é a mesma do coral da ELETROBRAS -  Crismarie Hackenberger, que é componente do grupo vocal BR6.


Eles escolheram cantar somente em inglês e estão se saindo muito bem "na fita".
Como eu estava junto com a "tiurma", consegui esse momento exclusivo.


E com vocês...  Molho Inglês !!!  Cantando...  I can see clearly now, de Johnny Nash.


video


Eles estarão amanhã na livraria Saraiva do shopping Rio Sul.  Se puderem, confiram!




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domingo, 16 de outubro de 2011

Paraty, cidade cenário musical





Paraty está pronta e ali podemos viver qualquer história.  Não falta cenário ou fundo musical.  Andar no centro de Paraty, principalmente à noite, é ter uma trilha sonora te acompanhando por todo o tempo.

De cada barzinho ou restaurante sai uma música diferente,  Não aquelas que nos afugentam ou estouram nossos tímpanos com violentas marteladas.  São músicas melodiosas, que nos fazem estar ali e não estarmos ao mesmo tempo.

Além da viagem obrigatória no tempo que, inevitavelmente, a cidade nos leva, somos embalados por essas músicas numa viagem sem fim.   Podemos pegar carona nas já existentes ou criamos a nossa.





Paraty é um cenário de beleza estonteante: parte natural e parte erguida pelo homem, posando com graça às lentes que a admiram de todos os ângulos.

Então, vamos lá! Abrir bem os olhos, escolher o cenário e...  clic ou...  ação.







Fotos:  Marluci Costa (setembro/2011)

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domingo, 9 de outubro de 2011

Sons da praia num sábado de sol.


Manhã linda de primavera.  Prêmio para aqueles que passam os cinco dias da semana enclausurados num escritório.  Como eu !
Não há como não sair ao sol.   Presenteio-me com uma manhã na praia.  Quero “crocodilar” !  Descansar a mente, refletir em algumas questões da vida, ler um jornal...

O dia está de agradável pra quente!  Brisa gostosa ...




    
  
Chego na praia, ainda vazia, fixo a minha cadeira e jogo a minha canga por terra, quer dizer, por areia.  Em seguida me jogo sobre ela.  Momento de dar um bronze na esquecida costa.
“Ai que delícia!  Paz merecida!” , penso eu.   Ledo engano!  Os sons começam a me incomodar.

“Picolé da Kibon!   Criança não paga!  Quem paga é a mãe!”
“Geladão:  limão e mate!
Biscoito é GLOBO.  Limão e Mate!”



O tempo vai passando , o calor vai aumentando e mais e mais sons vão surgindo.

“Geladão:  limão e mate!  Biscoito é GLOBO.  Limão e Mate!”
“O dia ta lindo!”  “Eu tenho chapéu.   Eu tenho óculos e bronzeador!”  “Obrigado meu Deus por esse dia !”  “Biscoito é GLOBO!  Vai?”  “É dois na minha mão.” “Alô mate!  Alô limonada. Vai mate ai?”  


 


Não dá!  Me levanto,  sento na minha cadeira e tento ler o jornal. E o fundo sonoro continua.

“Sal e doce, GLOBO!” “Alô esfirra aí!   Fresquinha aí!”  “Coca-Cola, água e cerveja!”  “Olha o óleo aí!  Bronzeador, protetor solar aí!”  “Picolé da Kibon, Nestlé, Itália!” “Vai limonada.   Vai mate.”  “Eu sou o verdadeiro vendedor.  Cheguei tarde, mas cheguei!”  “Picolé da Muleka!”  “Eu sou o canto árabe!  É quiiiiiiibe!  É esfiiiiiiiirra!”  “Ô GLOBO hein?!?!   Coca=Cola!   Cerveja!  Guaraviton!  Cerveja!” “Ô empada!  Alô salgado!”

Para completar a barulheira: Vrrrrrrrrrrrrrrruuuuuuuuuuuuuuummmmmmmmmmmmmm  Lá vai!  Lá vem!  É o triciclo-motor dos policiais de areia.




   

Desisto!  Já bebi minha garrinha de água.   Agora preciso do meu tradicional mate de botijão.  Por alguns anos ficou proibido vender mate nesse tipo de recipiente.  Graças a Deus voltou!  Esse é o melhor acompanhamento para o biscoito GLOBO.  Não consigo escrever “GLOBO” em minúsculo.   É assim que eu o vejo.

Olho para todos os lados. Um casal sentado ao meu lado deve ter achado que eu estava de olho neles e se mudam!   Ainda bem!   Detesto gente grudada em mim.   A praia enorme, cheia de espaço e eles grudaram em mim!  Praia em cidade grande tem muito disso.  Acho que é atração para ficar perto de outras pessoas, para evitando assim um roubo.    Se você tem outra teoria, por favor, me diga.

Cadê meu mate de botijão?  Será que hoje não vai ter?  É sábado!   De sol!   Até agora nada...

Finalmente surge no horizonte a cor laranja do meu herói, com seus dois botijões de mate e limão, um em cada ombro.


Mate com um dedinho de limão.”  É assim que eu peço.



Satisfeita.  Recolho tudo e pego o caminho de casa.

Os sons da praia ficam para trás.  Pelo menos aqui de Copacabana!



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quarta-feira, 20 de julho de 2011

Que dia glorioso esse 20 de julho

42 anos da chegada do homem à lua



Lembro-me bem desse dia...    Eu estava com oito anos de idade.  Passava as minhas férias escolares na casa da minha tia Mariazinha, em Rio Bonito.   Poucos na rua, em que ela morava, tinham televisão.  Ela era uma das felizardas.   Lembro de ter muita gente na sua sala com poucos móveis.  Por coincidência seu jogo de sofá era de plástico azul com pequenas estrelinhas.  Ambiente perfeito!


Não me lembro se vimos ao vivo, porque hoje fiquei sabendo que a nave pousou às 23 horas, 56 minutos e 20 segundos, horário de Brasília e acho que naquela época ainda não havia tecnologia para tanto.

Meu tio Santos dizia para os amigos que aquilo era mentira, que haviam montado um cenário.  Sei que até hoje existem controvérsias e grupos que defendem que tudo não passou de uma fraude.
Fraude ou não foi um grande marco para todos os avanços que tivemos até hoje.

Ainda não dá para morar na Lua ou em Marte, como acreditávamos naquela época.

Mas desde o dia que o astronauta americano Neil Armstrong foi o primeiro homem a deixar sua pegada na Lua, os saltos da ciência espacial foram gigantescos. 

Vejam quanta coisa eu descobri a partir das tecnologias desenvolvidas para a prospecção espacial, que utilizamos no nosso dia-a-dia:

. forno de micro-ondas
. velcro
. Sistema de Posicionamento Global (GPS, na sigla em inglês)
. equipamentos sem fios
. fraldas infantis descartáveis
. frigideiras de Teflon antiaderentes
. termômetros digitais

Além de mil outras tecnologias desenvolvidas a partir de pesquisas espaciais.

Obrigada NEIL ARMSTRONG  !!!!!


Dia internacional da Amizade

A minha homenagem aos meus amigos verdadeiros, que estiveram comigo nas horas que precisei e também naquelas que não precisei.




quarta-feira, 15 de junho de 2011

ANDAR DE BARCA NÃO FOI MÁGICO.




Por muitos anos, entre a minha infância e adolescência, fui uma freqüente passageira da travessia Rio-Niterói nas suas famosas barcas (na época eu e meus irmãos as chamávamos de “lancha”).  Pelo menos, dois domingos por mês, eu, meus pais e meus irmãos íamos passar o dia na casa da minha avó, do outro lado da poça (como os cariocas chamam a baía da Guanabara).

Hoje, com a ponte,  seria uma viagem bem mais rápida.  Mas naquela época precisávamos pegar um ônibus da nossa casa até a Praça Quinze, depois uma barca e, chegando na praça do Araribóia, em Niterói, mais um ônibus até a casa da minha avó.

A outra opção eram os ferry-boats, barca que atravessava os veículos antes da inauguração da ponte até Niterói.  Mas como não tínhamos carro, não nos servia.  Apenas uma vez fizemos essa travessia com o carro de um amigo. Adoramos!  Depois, com a ponte, reduzimos para uma baldeação. Usávamos o ônibus 996 - Leme-Charitas – e no Centro de Niterói, outro ônibus até a casa da Dona Odete.

Nesta semana precisei resolver um assunto no Centro de Niterói e me entusiasmei em poder usar novamente uma barca como meio de transporte, o que sempre achei bastante bucólico.
Estava eu ansiosa para repetir aquele tipo de travessia que não faço há muitos anos.  Fui recentemente à Paquetá, mas é diferente!

Lá estava eu na bilheteria e entrando no terminal quando veio a minha primeira decepção: mudaram os portões que me faziam sentir em um curral no momento da sua abertura (estouro da boiada). Isso sem falar no enorme barulho que fazia e com isso avisava que era hora de sairmos dali.  Agora são silenciosas portas de vidro.

Não pude entrar pela lateral, como sempre gostava de fazer.
Entrei pela frente e logo percebi que a barca era de menor tamanho.
Sentei-me à direita, em um dos seus bancos acolchoados (CADÊ OS BANCOS DE MADEIRA?), me posicionando para que quando ela fizesse aquela manobra tão bonita eu ficaria para o lado onde poderia admirar as praias niteroienses e também a entrada da Barra e ilha de Villegagnon.

Logo, mais decepção: As portas foram todas fechadas e as janelas eram pequenas e altas demais para que eu pudesse admirar a paisagem; só mesmo me levantando.
Cadê o vento gelado gostoso no rosto, no cabelo, no corpo?

Chegou a hora da partida.  Ela não apitou como sempre fazia e saiu de ré sem fazer a famosa manobra. Eu não entendi nada.  DE RÉ???   O que estava acontecendo?

Procurei relaxar e abri o meu livrinho e entrei na leitura.  Li umas três páginas, olhei pela janela, dando uma leve levantada da cadeira e verifiquei que já estávamos chegando. Novamente não entendi nada. Doze minutos de viagem, contra os 20 do passado?
Será que errei?  Aquilo era um antigo aerobarco, que hoje chamam de catamarã?
Ao sair pude perceber que a partir da metade da barca, os bancos ficavam virados para o outro lado.  Ou seja, a proa ora era popa e a popa ora era proa. Dá para entender, né?

Tinha esperança de voltar em uma das antigas, mas infelizmente outra decepção?!??!  Agora era a URCA III, igualzinha à GÁVEA I em que eu fui!!! Isso já era um complô com a minha esperada travessia  bucólico!

Cheguei ao Rio um pouco decepcionada, mas feliz por encontrar em Niterói um pequeno e simpático armarinho, onde pude comprar coisas que procurava aqui pelo Rio e não encontrava, a não ser que eu fosse numa dessas enormes lojas que ATÉ vendem artigos de armarinho.

Neste sábado tive uma ótima notícia!  Os 439 bombeiros presos na sexta-feira retrasada, pela invasão do QG, foram libertados e voltaram para o Rio numa barca.
Gente! Numa daquelas antigas: a IPANEMA, minha velha conhecida.
Estou muito feliz por eles, pelo o que isso representa e mais ainda porque além de sentirem o gostinho da liberdade, eles puderam sentir tudo aquilo que eu queria sentir e não consegui.

domingo, 5 de junho de 2011

Animando a rua Larga




Na semana passada tive uma surpresa ao sair do trabalho e resolver caminhar até à avenida Rio Branco para pegar uma condução.   Estava acontecendo ali no Beco do Sardinha mais um evento do “Animando a rua Larga”.  Desta vez um show de luzes e músicas, projetados na fachada da igreja Santa Rita.  Fiquei parada por uns 20 minutos assistindo encantada e tentando fotografar e filmar.   Estava munida do meu humilde celular e consegui fazer algumas tomadas.  Já havia até mesmo preparado um filminho e algumas fotos para colocar aqui no meu blog, mas encontrei no youtube (salvador da pátria) este vídeo e achei melhor postá-lo.











sábado, 28 de maio de 2011

Dia do Seresteiro





Apesar da seresta não ter feito parte da minha vida, eu a descobri a alguns anos num passeio à Conservatória – Cidade da Seresta – aqui mesmo, em Valença, no estado do Rio de Janeiro.

Lá, não temos como não entrar no clima romântico e de saudosismo ao ouvir aquelas  músicas entoadas pelos seresteiros, que fazem questão de manter e levar em quase todos os finais de semana, multidões pelas ruas da cidade, embaladas pelos sons melodiosos de suas canções.

Faço questão de, neste dia, aqui registrar a minha homenagem a esses operários da música, que lutam para não deixar este estilo musical morrer,  cantado-o pelas ruas em serenata, acalentando tantos amores.

Confiram uma pequeníssima amostra dessa festa seresteira, que acontece todos os anos, além dos finais de semana, em Conservatória.




quinta-feira, 5 de maio de 2011

Floriu no meu jardim


Cheiro com sabor
Gosto com aroma
Ah, minha flor da hortelã,
Você me lembra beijo...

Refrescaaaaante!!!



Essa é a primeira vez que eu vejo uma flor da hortelã.   Plantada com carinho, ela se fez desabrochar na jardineira da minha janela.




Dica de refresco de hortelã:

Juntar  umas 20 folhas de hortelã e lavá-las

Macerá-las até virar uma pastinha

Colocar num coador sobre uma jarra

Jogar um litro de água gelada

Misturar e

Adoçar a gosto.

É refrescante, digestiva, alivia os gases intestinais. 



Outras indicações importantes do uso da hortelã são:
  • Melhora de cólicas menstruais e abdominais;
  • Calmante natural em situações de stress;
  • Tosse e problemas na garganta devido seu papel expectorante;
  • Prevenção de vermes no intestino;
  • Má digestão.



Ah, dizem também que ela tem enorme poder afrodisíaco. 
Vamos experimentar ????




Fotos:  Marluzis






quarta-feira, 13 de abril de 2011

Uma música que fala sobre amizade




É Para Isso Que Servem Os Amigos

E eu nunca pensei que fosse me sentir dessa maneira
E até onde eu sei
Estou feliz de ter a chance de dizer
Que eu acredito que te amo

E se algum dia eu precisar ir embora
Bem, então feche os seus olhos e
Tente sentir como nos sentimos hoje
E então se você puder lembrar

Continue sorrindo, continue brilhando
Sabendo que pode sempre contar comigo, com certeza
É para isso que servem os amigos

Nos bons e tempos ruins
Eu estarei ao seu lado sempre
É para isso que servem os amigos

Bem, você chegou e me abriu
E agora, há muito mais que eu vejo
E então por isso, eu lhe agradeço

Oh, e então durante o tempo em que nós estivermos separados
Bem, apenas feche seus olhos e descubra
Que estas palavras que estão saem do meu coração
E então se você conseguir lembrar

Continue sorrindo, continue brilhando
Sabendo que pode sempre contar comigo, com certeza
É para isso que servem os amigos

Nos bons e tempos ruins
Eu estarei ao seu lado sempre
É para isso que servem os amigos

Continue sorrindo, continue brilhando
Sabendo que pode sempre contar comigo, com certeza
É para isso que servem os amigos

Nos bons e tempos ruins
Eu estarei ao seu lado sempre
É para isso que servem os amigos

Continue sorrindo, continue brilhando
Sabendo que pode sempre contar comigo, com certeza
É para isso que servem os amigos

Nos bons momentos, e tempos ruins
Eu estarei ao seu lado para sempre
É para isso que serve os amigos
É para isso que serve os amigos







domingo, 10 de abril de 2011

Choro e dança na rua Larga (Av. Mal. Floriano)


Animando a rua Larga


"Começa amanhã (8 de abril 2011) um evento que promete entrar para o calendário cultural de uma das vias mais movimentadas do Centro, a av. Marechal Floriano.   Batizado Animando a Rua Larga, o festival integra um projeto de revitalização da região.
Com entrada franca, as apresentações do grupo Choro na Feira e da Companhia de Dança do centro Cultural Carioca (CCC) vão dar o pontapé inicial na festa, das 18 às 21 horas, no beco do sardinha (rua Miguel Couto, em frente ao nº 139 - Centro)."

Texto extraído do jornal Destak, de 7 de abril de 2011.





Meus querido e minhas queridas!   Agora vem o meu problema:

Serei obrigada, nas sextas-feiras, quando houver o chorinho, descer 24 andares de elevador do prédio em que trabalho, ir até a calçada, atravessar a rua e...   CATAPUM, cair no chorinho.
Vai dar uma trabalheeeeeira  !!!!!    rsrsrs
Estou aceitando companhias.


Fotos:   Marluzis


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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Ah... os abraços...

Ah, abraçar... !!!
É necessário, é vibração, é emoção, é energia..
NÃO DÁ PARA FICAR SEM!!!
Eu preciso de um abraço todos os dias, mais do que beijo na boca, que também é maravilhoso.
Procurem abraçar todos os dias. Se todos adotassem o abraço o mundo seria muito mais amoroso.
Abraços carinhosos, apertados, colados, aconchegantes...


quarta-feira, 23 de março de 2011

Eu moro no planeta ÁGUA...


... Já que dois terços do planeta Terra são formados por este precioso líquido.

E por que não celebrar isso?



O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.


No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a “Declaração Universal dos Direitos da Água”. Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.


Se a ONU está preocupada, então temos que nos preocupar também tomando os devidos cuidados para não desperdiçarmos esse tesouro de VIDA.




Dez Dicas para Economiza Água


• 1. Banho rápido


Se você demora no banho, você gasta de 95 a 180 litros de água limpa. Banhos rápidos (de no máximo 15 minutos) economizam água e energia.


• 2. Escovando os dentes


Se a torneira ficar aberta enquanto você escova os dentes, você gasta você gasta até 25 litros de água. Então, o melhor é primeiro escovar e depois abrir a torneira.


• 3. Torneira fechada


Torneira aberta é igual a desperdício. Com a torneira aberta, você gasta de 12 a 20 litros de água por minuto. Se deixar pingando, são desperdiçados 46 litros por dia.


• 4. Descarga


Uma descarga chega a utilizar 20 litros de água em um único aperto! Então, aperte a descarga apenas o tempo necessário.


• 5. Lavando louça


Ao lavar louças, não deixe a torneira aberta o tempo todo (assim você desperdiça até 105 litros). Primeiro passe a esponja e ensaboe e depois enxágüe tudo de uma só vez.


• 6. Lavando o carro


Lavar o carro com uma mangueira gasta até 560 litros de água em 30 minutos. Quando precisar lavar o carro, use um balde!


• 7. Mangueira, vassoura e balde


Ao lavar a calçada não utilize a mangueira como se fosse vassoura. Utilize uma vassoura de verdade e depois jogue um balde d’água (assim você economiza até 250 litros de água).


• 8. Jardim


Regando plantas você gasta cerca de 186 litros de água limpa em 30 minutos. Para economizar, guarde a água da chuva e regue sempre de manhã cedo, evitando que a água evapore com o calor do dia.


• 9. Aquário


Quando for limpar o aquário, aproveite a água para regar as plantas. Esta água está enriquecida com nitrogênio e fósforo, o que faz muito bem para as plantas.


• 10. Pressão política


Não adianta só economizar: é preciso brigar por políticas que cuidem dos rios e lagos e garantam água potável para todos.


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quinta-feira, 10 de março de 2011

Minhas novas guardiãs



Abri o portão e lá estavam elas na varanda. Ficaram bastante assustadas e logo começaram a emitir um som estalante e bater as asas.



Assustamo-nos umas com as outras. Só que eu não gritei e nem bati asas, mas quem estava próximo a mim ouviu as batidas do meu coração que, com o susto, foi parar na garganta.


Logo refeita, me muni de coragem e mostrei para elas quem mandava ali. Com alguns golpes de guarda-chuva no ar procurei afastá-las, pois precisava entrar na minha casa. Elas entenderam rápido e foram, uma para o telhado e outra para o muro que divide as casas.




 
Olhei-as petrificada com o bater das asas longas. Não eram de grande porte, castanhas com olhos amarelos, diria que quase ameaçadores, mas ao mesmo tempo, belos, sublimes e profundos.


Desde criança sempre escutei que coruja era sinônimo de mau pressagio, agouro, dizia o povo lá da terra...


Não foi nada disso que elas me passaram. Tive uma sensação de proteção. Até porque elas são caçadoras, comem ratos e insetos.


Já fui embora... Voltei... e elas continuam lá... fiéis vigilantes.

 
A lenda das Corujas



Uma de nossas lendas indígenas, conta que no começo do mundo só havia o dia. A noite estava adormecida nas profundezas do rio com Boiúna, cobra grande que era senhora do rio.A filha de Boiúna se casou com um rapaz de outra tribo mas não dormia com ele porque nunca era noite. Até que um dia o rapaz mandou 3 amigos buscar a noite no fundo do rio. Boiúna entregou a noite dentro de um caroço de tucumã. Na volta eles abriram o caroço , deixando a noite escapar e tudo escureceu.


A moça então resolveu separar a noite do dia e pegou um fio de seu cabelo transformou-o em ave e disse:


- Tu serás cujubin e cantaras sempre que a manhã estiver chegando.


Depois pegou outro fio, transformou-o em ave e disse:


- Tu serás coruja e cantarás sempre que a noite chegar.


E assim o dia passou a ter dois períodos.




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Fotos Marluzis

sábado, 5 de março de 2011

O mundo mágico de Escher

  

Corram para ver !!!

Eu e Gabriel conferimos.


 Vai até dia 27 de março, no Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB - RJ

As obras do artista holandês M.C. Escher,  mestre da ilusão ótica estão em exposição no RJ ! São 92 gravuras originais, um filme 3D e instalações interativas para os visitantes mergulharem em tantos efeitos visuais causadas pelos padrões geométricos!




Ilusão de ótica, metamorfoses, o poder da cor e da luz com muita mensagem subliminar.

O projeto de iluminação é do meu grande amigo Antonio Mendel!



O CCB fica na rua Primeiro de Março, 66 – Centro -  RJ

Funcionamento de terça a domingo, das 9h às 21h.



Fotos:  Marluzis e Gabriel Costa

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Pessoas que viram tatuagens em nossos corações

video

A vida é feita de momentos. Felicidade? São momentos felizes. Tudo bem, clichês! Clichês óbvios, mas bastante verdadeiros.
Há pessoas que passam em nossas vidas e nos deixam marcas para sempre: boas ou ruins.
Prefiro lembrar e falar das boas.
Reorganizando meus arquivos do computador, encontrei uns slides antigos (Bem pouquinho, tá?!?!?) e entre eles havia uma primeira tentativa de reunir em um filminho, imagens de pessoas queridas.
Pessoas, estas, que marcaram um período da minha vida profissional, emocional, afetiva, e que me ajudaram muito a me tornar a pessoa que sou hoje.
Na época, o arquivo parecia muito pesado e não sabia como enviá-lo por email ou postá-lo em alguma página pessoal.
Meninos e meninas, como agora eu estou dominando melhor esse mundo “internético” - Metiiiiida!!-, eu vou registrar aqui a minha manifestação de carinho dessa lembrança.
E acrescentar que morro de saudades das nossas “auroras boreais” !!!!
Eu sei que vocês me entendem! rsrsrs

A música  -  Et si tu n’existe pas, com Joe Dassin